
O ano de 2026 exige atenção redobrada das empresas que atuam com comércio exterior. O calendário será considerado atípico por concentrar 9 feriados nacionais em dias de semana, sendo 2 deles em terça ou quinta-feira, além de pontos facultativos relevantes, como Corpus Christi. Somam-se a isso a realização da Copa do Mundo 2026 e as Eleições no Brasil 2026, fatores que impactam diretamente a disponibilidade de serviços públicos, transporte e mão de obra.
Na prática, esse cenário pode gerar impactos significativos no lead time de recebimento de cargas no Brasil. Portos, aeroportos, terminais alfandegados e a própria Receita Federal podem operar com expediente reduzido ou interrupções temporárias, especialmente em períodos de feriados prolongados, eventos esportivos e datas eleitorais. O resultado são atrasos em desembaraços, liberações e entregas finais.
Diante desse contexto, torna-se fundamental que as empresas trabalhem com cronogramas de compra bem estruturados, considerando de forma integrada o lead time de produção, o tempo de trânsito internacional e o prazo de liberação aduaneira. Planejamentos apertados ou sem folgas operacionais aumentam consideravelmente o risco de rupturas na cadeia logística.
Antecipação, previsibilidade e planejamento são os principais aliados para evitar atrasos na ponta e impactos financeiros. Em um ano como 2026, operações logísticas bem-sucedidas serão aquelas que se prepararem com antecedência, revisando calendários, ajustando prazos e trabalhando com cronogramas realistas, além de contar com assessoria especializada para navegar por um cenário mais complexo e desafiador.
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